Já dizem aquelas línguas
Relembrar é viver
As vezes
É ter saudade do não ter
Ter falta do poder
Olhar o querer
Eu ainda sou aquela
Pros seus olhos castanhos?
Aquela primeira dama
Dama do primeiro amor
Cheio de tanta cor
Que eu esgotei
E fui viver
De um outro calor
Olhar tuas jóias
De olhares
Que são as mesmas
Mas tão distintas
E proezas,
Nesses tão altos
mares
Olhar teus amores
De sorrisos
Que por viver
De t e u s sorrisos
Poderia aguentar
Todas queimaduras
Sem nenhuma
De minhas ataduras
Me olha ainda assim?
Ainda?
Ai, anda…
vem e fica, vem
E faz
O que não fiz
O que perdi
Por um triz

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Estudante de Psicologia. 19 primaveras, mas nasceu no verão. O que suas 4 tatuagens não tem de tamanho, tem de significado. Criou seu próprio apelido. Apaixonada pelo real conceito de feminismo. Resolveu escrever uns versos pra melhor amiga e acabou aqui. Tem um diário na mão. E ambições no coração.

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