Você se da bem no Tinder?

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Por trás da roupa que escolhemos usar, do nosso corte de cabelo e do perfume que guardamos para ocasiões especiais, está o desejo mais do que normal e humano de se sentir e parecer atraente. É ela, a atração, que nos faz ter aquele interesse específico por uma pessoa.

Pelo fascínio que têm em estudar esse assunto, os psicólogos Eli Finkel e Paul Eastwick acabaram se especializando no tema e há anos investigam as bases da atração romântica. Suas pesquisas mais antigas já descobriram que, para que uma pessoa se interesse por você, por exemplo, é bacana que você dê o primeiro passo e se aproxime dela.

Finkel e Eastwick realizaram um novo estudo sobre o tema, recentemente, usando dados de aplicativos de relacionamento como o Tinder. A ideia era descobrir o que causa a atração instantânea, percebida nos primeiros momentos em que se vê a foto de alguém. O famigerado Match

Os resultados da pesquisa, que avaliou 3 mil perfis do Tinder, revelaram que as pessoas que ganham mais corações no aplicativo são aquelas cujas fotos de perfil mostram uma imagem mais expansiva, com braços erguidos e peito inflado – só para você ter ideia, pessoas com esse tipo de imagem como perfil são duas vezes mais propensas a ganhar um coração de quem as avalia.

De acordo com os pesquisadores, nossos comportamentos não verbais podem indicar nossa posição social, de modo que membros estendidos e tronco esticado são pistas de dominância e abertura, indicando que a pessoa tem nível hierárquico elevado.

Além do mais, pessoas com linguagem corporal expansiva são vistas como mais divertidas, atraentes e com maior potencial de ganhos; para testar essa teoria com ainda mais propriedade, os pesquisadores criaram 12 perfis falsos no aplicativo, sendo que seis das pessoas tinham fotos expansivas de perfil e seis, fotos mais contraídas.

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